A beleza que a gente não vê!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
A Beleza da Polinização
O Pé de Pêra
Um homem tinha quatro filhos.Ele queria que seus filhos aprendessem a não ter pressa quando fizessem seus julgamentos.Por isso, convidou cada um deles para fazer uma viagem e observar uma pereira, plantada num local distante.
O primeiro filho chegou lá no INVERNO.
O segundo na PRIMAVERA.
O terceiro no VERÃO.
E o quarto, o caçula, no OUTONO.
Quando eles retornaram, o pai os reuniu e pediu que contassem o que tinham visto.
O primeiro chegou lá no INVERNO.
Disse que a árvore era feia e acrescentou:
“- Além de feia, ela é seca e retorcida”
O segundo chegou lá na PRIMAVERA.
Disse que aquilo não era verdade. Contou que encontrou uma árvore cheia de botões, e carregada de promessas.
O terceiro chegou no VERÃO.
Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que era a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.
O último chegou no OUTONO.
Ele disse que a árvore estava carregada e arqueada cheia de frutas, vida e expectativas...
O pai então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Disse que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação.
Que a essência do que se é (como o prazer, a alegria, e o amor que vem da vida), só pode ser constatada no final de tudo, exatamente como no momento em que todas as estações do ano se completam!
Se alguém desistir no INVERNO, perderá as promessas da PRIMAVERA, a beleza do VERÃO e a expectativa do OUTONO.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil. Preserve através dos caminhos difíceis e melhores tempos virão, de uma hora para outra!!!
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O Sucesso Consiste em Não Fazer Inimigos
Texto enviado pela internauta Ana Lucia Alcantara.
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.
Regra número 1: Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo Í taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo.
Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho;
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória. " Na natureza não existem recompensas nem castigos, Existem consequências."
"Na natureza não existem recompensas nem castigos.
"Existem conseqüencias."
Texto de Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão.empresaral.
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.
Regra número 1: Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo Í taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo.
Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho;
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória. " Na natureza não existem recompensas nem castigos, Existem consequências."
"Na natureza não existem recompensas nem castigos.
"Existem conseqüencias."
Texto de Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão.empresaral.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Sem Julgamento...
Texto Enviado pela internauta Lenas Santos.
Já notaram como temos a mania de classificar as coisas de boas ou ruins e de congelar essa classificação, fazendo com que criemos a falsa expectativa que aquelas coisas serão totalmente boas ou totalmente ruins para sempre... Quase nunca damos espaço para o caminho do meio... quase nunca nos lembramos que nada é totalmente bom ou totalmente ruim e que tudo tem os dois lados... que tudo está mudando o tempo todo e, principalmente, quase nunca nos lembramos que nos ligarmos nesses conceitos de bom ou ruim só nos prende cada vez mais à dualidade... e a ter que nos defender...Além, é claro, de nos dificultar estar no presente...
Nos esquecemos que o presente é novo e nele cabem todas as possibilidades... se estamos armados de expectativas e de julgamentos... o presente passa cada vez mais longe.
Quando aceitamos as coisas... as pessoas... a vida... como elas se apresentam no momento, ampliamos em muito as nossas possibilidades de felicidade.
Olhamos para tudo com naturalidade e escolhemos o que queremos viver, sem julgar que é bom ou ruim... Quantas vezes o bom já virou ruim e vice-versa, conforme o nosso momento... e quantas vezes já vimos o quão equivocados podem ser nossos julgamentos, porque nessa realidade de terceira dimensão a nossa visão é muito limitada e nunca vemos o quadro todo. Nossos julgamentos são parciais porque só vemos uma parte da situação.
Quantas e quantas vezes já nos arrependemos dos nossos julgamentos e percebemos como estávamos equivocados, quando alguma coisa se esclarece e podemos ver de outro ponto de vista.
Atraímos aquilo que estamos em sintonia... se atraímos coisas que não gostamos, elas não estão só fora da gente, e tentar mudar o exterior não funciona... Se não gostamos do que estamos atraindo para nossa vida, o primeiro passo é a aceitação de que somos responsáveis por aquilo...
Sem julgamentos de que eu sou bom e o outro é ruim, porque entendemos que tudo está dentro, fica mais fácil nos afastarmos da incômoda posição de vítimas, que nos prende em queixas e reclamações infindáveis e não leva a lugar nenhum... só nos tira energia e alimenta a nossa autopiedade.
Nossas escolhas são, na maior parte da vezes, baseadas em julgamentos... nossos ou do outro... e nem sempre nos fazem felizes...
Mas... existe uma fórmula mágica de fazer escolhas que nos afasta dos julgamentos equivocados baseados na razão e na nossa visão limitada e que nos proporciona um caminhar mais feliz... uma fórmula que não leva em conta a nossa classificação de bom ou ruim, fácil ou difícil...
Essa fórmula é seguirmos o nosso coração... Em vez de ficarmos nos infindáveis julgamentos e dúvidas entre o que será melhor ou pior... podemos transcender isso tudo ao estabelecermos uma conexão cada vez mais íntima com o nosso coração... com a nossa intuição...
Em cada um de nós existe uma "Parte que Sabe"... que tem uma visão ampla e uma sabedoria que está além do tempo linear... muito além do que podemos alcançar com nossos cinco sentidos...
Escutar e seguir o coração é como dançar com a vida em perfeita sintonia, uma dança cuja melodia pode se revelar inesperada, mas, tão harmoniosa que nos dá a certeza que o Universo é o Maestro...
Artigo de Rubia A. Dantes
Já notaram como temos a mania de classificar as coisas de boas ou ruins e de congelar essa classificação, fazendo com que criemos a falsa expectativa que aquelas coisas serão totalmente boas ou totalmente ruins para sempre... Quase nunca damos espaço para o caminho do meio... quase nunca nos lembramos que nada é totalmente bom ou totalmente ruim e que tudo tem os dois lados... que tudo está mudando o tempo todo e, principalmente, quase nunca nos lembramos que nos ligarmos nesses conceitos de bom ou ruim só nos prende cada vez mais à dualidade... e a ter que nos defender...Além, é claro, de nos dificultar estar no presente...
Nos esquecemos que o presente é novo e nele cabem todas as possibilidades... se estamos armados de expectativas e de julgamentos... o presente passa cada vez mais longe.
Quando aceitamos as coisas... as pessoas... a vida... como elas se apresentam no momento, ampliamos em muito as nossas possibilidades de felicidade.
Olhamos para tudo com naturalidade e escolhemos o que queremos viver, sem julgar que é bom ou ruim... Quantas vezes o bom já virou ruim e vice-versa, conforme o nosso momento... e quantas vezes já vimos o quão equivocados podem ser nossos julgamentos, porque nessa realidade de terceira dimensão a nossa visão é muito limitada e nunca vemos o quadro todo. Nossos julgamentos são parciais porque só vemos uma parte da situação.
Quantas e quantas vezes já nos arrependemos dos nossos julgamentos e percebemos como estávamos equivocados, quando alguma coisa se esclarece e podemos ver de outro ponto de vista.
Atraímos aquilo que estamos em sintonia... se atraímos coisas que não gostamos, elas não estão só fora da gente, e tentar mudar o exterior não funciona... Se não gostamos do que estamos atraindo para nossa vida, o primeiro passo é a aceitação de que somos responsáveis por aquilo...
Sem julgamentos de que eu sou bom e o outro é ruim, porque entendemos que tudo está dentro, fica mais fácil nos afastarmos da incômoda posição de vítimas, que nos prende em queixas e reclamações infindáveis e não leva a lugar nenhum... só nos tira energia e alimenta a nossa autopiedade.
Nossas escolhas são, na maior parte da vezes, baseadas em julgamentos... nossos ou do outro... e nem sempre nos fazem felizes...
Mas... existe uma fórmula mágica de fazer escolhas que nos afasta dos julgamentos equivocados baseados na razão e na nossa visão limitada e que nos proporciona um caminhar mais feliz... uma fórmula que não leva em conta a nossa classificação de bom ou ruim, fácil ou difícil...
Essa fórmula é seguirmos o nosso coração... Em vez de ficarmos nos infindáveis julgamentos e dúvidas entre o que será melhor ou pior... podemos transcender isso tudo ao estabelecermos uma conexão cada vez mais íntima com o nosso coração... com a nossa intuição...
Em cada um de nós existe uma "Parte que Sabe"... que tem uma visão ampla e uma sabedoria que está além do tempo linear... muito além do que podemos alcançar com nossos cinco sentidos...
Escutar e seguir o coração é como dançar com a vida em perfeita sintonia, uma dança cuja melodia pode se revelar inesperada, mas, tão harmoniosa que nos dá a certeza que o Universo é o Maestro...
Artigo de Rubia A. Dantes
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Minimamente Feliz!
A felicidade é a soma das pequenas felicidades.
Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam...
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
Texto de Leila Ferreira
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam...
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
Texto de Leila Ferreira
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Hoje é dia de Iemanja!
Um dia todo especial para entrar em contato com a sua energia. Proveite para se conectar com todo o seu amor e compaixão.
Antes de fazer este ritual, é importante que tome um banho limpeza. Vista de preferência uma roupa clara, melhor ainda se for azul ou branca. Prepare em sua casa uma mesa que deverá cobrir com toalha azul clara ou branca, simbolizando água.
No centro, coloque um recipiente grande com água, dentro ponha algumas conchas do mar, flores brancas, anis estrelado, flores de camomila, perfume suave de alfazema e um punhado de sal grosso. Unte uma vela que pode ser azul clara ou branca, com óleo ou perfume de lavanda ou alfazema. Acenda a vela, feche os olhos e visualize-se na beira praia, com a água do mar batendo em seus pés. Sinta a sua temperatura...a brisa que vem do oceano acariciando a sua pele...a textura da areia que os seus pés estão tocando. Quando se sentir preparado, veja as mãos amorosas de Iemanjá chamá-la para dentro do mar. Entre e sinta a suavidade da água tocando seu corpo e Iemanjá recebendo-a com todo o seu amor. Entre na água até a profundidade que se sentir confortável. Converse com Ela, entregue-lhe seus problemas e peça conselhos.
Permaneça alguns minutos e saia do mar. Perceba que Mãe Iemanjá a acompanhou até a beira do mar e lhe convidou para voltar e encontrá-la quantas vezes quiser ou precisar. Volte para seu estado consciente serenamente. Abra seus olhos e olhe bem para a água da bacia. Tome banho deixando cair suavemente a água desde a sua cabeça. Sinta tudo o que você colocou caindo pelo seu corpo. Respire profundamente e exale com suavidade.
Deixe que seu corpo se seque sozinho enquanto recolhe tudo do chão e coloca dentro de um saquinho de papel azul claro que colocará debaixo da sua cama à altura da sua cabeça para dormir. Preste atenção a seus sonhos, se os tiver, porque pode receber mensagens ou soluções para seus problemas. No dia seguinte, tire o conteúdo do saquinho e coloque em uma vaso de plantas que tenha em casa ou em junto a uma árvore em uma praça.
Agradeça a Iemanjá pela ajuda.
Para auxiliar no exercício de visualização, segue um áudio com o som do mar.
No centro, coloque um recipiente grande com água, dentro ponha algumas conchas do mar, flores brancas, anis estrelado, flores de camomila, perfume suave de alfazema e um punhado de sal grosso. Unte uma vela que pode ser azul clara ou branca, com óleo ou perfume de lavanda ou alfazema. Acenda a vela, feche os olhos e visualize-se na beira praia, com a água do mar batendo em seus pés. Sinta a sua temperatura...a brisa que vem do oceano acariciando a sua pele...a textura da areia que os seus pés estão tocando. Quando se sentir preparado, veja as mãos amorosas de Iemanjá chamá-la para dentro do mar. Entre e sinta a suavidade da água tocando seu corpo e Iemanjá recebendo-a com todo o seu amor. Entre na água até a profundidade que se sentir confortável. Converse com Ela, entregue-lhe seus problemas e peça conselhos.
Permaneça alguns minutos e saia do mar. Perceba que Mãe Iemanjá a acompanhou até a beira do mar e lhe convidou para voltar e encontrá-la quantas vezes quiser ou precisar. Volte para seu estado consciente serenamente. Abra seus olhos e olhe bem para a água da bacia. Tome banho deixando cair suavemente a água desde a sua cabeça. Sinta tudo o que você colocou caindo pelo seu corpo. Respire profundamente e exale com suavidade.
Deixe que seu corpo se seque sozinho enquanto recolhe tudo do chão e coloca dentro de um saquinho de papel azul claro que colocará debaixo da sua cama à altura da sua cabeça para dormir. Preste atenção a seus sonhos, se os tiver, porque pode receber mensagens ou soluções para seus problemas. No dia seguinte, tire o conteúdo do saquinho e coloque em uma vaso de plantas que tenha em casa ou em junto a uma árvore em uma praça.
Agradeça a Iemanjá pela ajuda.
Para auxiliar no exercício de visualização, segue um áudio com o som do mar.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Hoje é dia de Reis!
Aproveite a data para garantir prosperidade para todo o ano de 2012!
Dia 6 de janeiro é dia de Reis, ou dia dos 3 reis Magos. Segundo a tradição cristã os três reis magos (Melquior, Baltazar e Gaspar) vieram do Oriente conduzidos por uma linda e brilhante estrela.
Chegaram na cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes (mirra, ouro e incenso). Estes presentes possuíam um sentido simbólico. O ouro representava a realeza, a mirra (resina antiséptica) simbolizava a pureza, enquanto o incenso simbolizava a fé.
Pendure esse saquinho atrás da porta e deixe lá o ano inteiro.
Essa simpatia é indicada principalmente para crescimentos profissional e prosperidade.
- Pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro. Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro. As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.
Dia 6 de janeiro é dia de Reis, ou dia dos 3 reis Magos. Segundo a tradição cristã os três reis magos (Melquior, Baltazar e Gaspar) vieram do Oriente conduzidos por uma linda e brilhante estrela.Chegaram na cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes (mirra, ouro e incenso). Estes presentes possuíam um sentido simbólico. O ouro representava a realeza, a mirra (resina antiséptica) simbolizava a pureza, enquanto o incenso simbolizava a fé.
No contexto bíblico, a palavra “mago” não significa bruxo ou feiticeiro, mas sim assume o sentido de sacerdote ou sábio. Eles possuíam poderes e dons divinos.
Em muitos países, a troca de presentes é feita neste dia, e não no Natal.
No Brasil, o rico folclore mantém viva a tradição. Por todo o litoral e o interior brasileiro, com todas as suas variantes regionais, se comemora o dia 6 de janeiro em festas como o Terno de Reis, Folia de Reis ou Santos Reis. Inclusive é feita algumas simpatias para nunca faltar dinheiro durante o ano que se inicia.
Simpatias para o dia de Reis
- Coloque uma romã dentro de um saquinho confeccionado de pano vermelho e ofereça aos 3 Reis Magos: Baltazar, Gaspar e Melchior.Em muitos países, a troca de presentes é feita neste dia, e não no Natal.
No Brasil, o rico folclore mantém viva a tradição. Por todo o litoral e o interior brasileiro, com todas as suas variantes regionais, se comemora o dia 6 de janeiro em festas como o Terno de Reis, Folia de Reis ou Santos Reis. Inclusive é feita algumas simpatias para nunca faltar dinheiro durante o ano que se inicia.
Simpatias para o dia de Reis
Pendure esse saquinho atrás da porta e deixe lá o ano inteiro.
Essa simpatia é indicada principalmente para crescimentos profissional e prosperidade.
- Pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro. Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro. As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.
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